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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Marcos Moraes recebe dupla homenagem

Hoje, dia 17 de junho, o coordenador do Programa de Oncobiologia da UFRJ, Marcos Moraes, recebe o Prêmio Conrado Wessel de Medicina. A cerimônia de premiação acontece na Sala São Paulo, na capital paulista. Somado a isso, no dia 19 de junho, Marcos Moraes se tornará Cidadão Honorário do Rio de Janeiro.

Em sua 11ª edição, além do coordenador do Programa de Oncobiologia, receberão o Prêmio FCW Sérgio Machado Rezende, na categoria Ciência, o maestro João Carlos Martins, na categoria Cultura, e os fotógrafos Pedro David, Mauro Restiffe e Bob Wolfenson na categoria Arte, por seus ensaios fotográficos.

Os prêmios oferecidos pela Fundação Conrado Wessel reconhecem perfis renomados nas áreas de arte, ciência, medicina e cultura, com qualidades de talento inovador, liderança, abrangência social, trabalho incansável, integridade e ética. O Prêmio FWC de Medicina é atribuído ao profissional que congrega a excelência da formação científica, do pesquisador emérito e especialmente do exercício clínico ou cirúrgico permanente.

Os agraciados receberão o Troféu FCW, um valor em cheque e uma obra de arte de autoria do artista plástico Vlavianos. No total, serão distribuídos mais de R$1,2 milhão em prêmios.

A Fundação Conrado Wessel foi criada em 1994, após o falecimento do fotógrafo Ubaldo Augusto Conrado Wessel, para ser uma entidade filantrópica que apoia e fomenta atividades científicas, culturais e artísticas no país.

Cidadão Honorário e Honoris Causa da UFRJ

Dois dias após esta premiação, no dia 19 de junho, Marcos Moraes receberá o título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro. Esta cerimônia se realizará no Plenário Teotônio Villela, no Palácio Pedro Ernesto, na Cinelândia, no Rio de Janeiro. O cirurgião oncológico também é, desde dezembro de 2012, Doutor Honoris Causa da UFRJ. 

Vida e obra

Marcos Moraes formou-se pela Faculdade de Ciências Médicas, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Diretor do Instituto Nacional do Câncer por oito anos consecutivos, participou da elaboração do Programa Nacional de Câncer, na década de 90, contribuindo na orientação da política de câncer no Brasil, hoje referência nacional e internacional. Diante do sucesso de várias iniciativas, entre as quais uma política de controle do tabagismo, o Instituto foi nomeado pela Organização Mundial da Saúde colaborador para o Programa Tabaco ou Saúde.

Posteriormente, participou da criação da Fundação Ary Frauzino para Pesquisa e Controle do Câncer (FAF), hoje, Fundação do Câncer para apoiar financeiramente o Inca e pesquisas contra o câncer. Hoje, preside o Conselho de Curadores da Fundação. Em 2007, foi eleito presidente da Academia Nacional de Medicina, para o mandato de dois anos.

É Master of Science in Surgery, pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos; Professor Titular de Cirurgia da Universidade Gama Filho; Presidente e membro fundador da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e da American Trauma Society, em Chicago; Membro da Sociedade Latino-americana de Diretores de Institutos Nacionais do Câncer; Membro do Executive Council da World Federation of Surgical Oncology Society; representante oficial do Brasil na Organização Mundial de Saúde para o National Cancer Control Programmes.

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