Portal do Programa de Oncobiologia

Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer

Médicos ajuizam ação no STF contra lei que libera 'pílula do câncer'

O Globo - 18/04/2016

RIO - A Associação Médica Brasileira (AMB) ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal contra a lei que liberou a fosfoetanolamina sintética. Apesar de defensores dizerem que a chamada "pílula do câncer" pode curar tumores, a substância não passou por testes adequados em laboratórios ou em seres humanos e não recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por autorizar o uso de medicamentos no país.

De acordo com a petição da AMB, a liberação da fosfoetanolamina pela Lei 13.269/2016 é inconstitucional, uma vez que existe um “desconhecimento amplo acerca da eficácia e dos efeitos colaterais” da pílula. A distribuição da substância seria, portanto, uma afronta ao direito à saúde previsto nos artigos 6º e 196 da Constituição Federal, segundo a coordenação jurídica da AMB.

Para o presidente da AMB, Florentino Cardoso, a lei ignora todas as orientações e alertas científicos das organizações brasileiras voltadas para a ciência médica e a saúde. De acordo com ele, “não há justificativa racional para assinatura dessa lei". Cardoso afirma que o texto expõe pacientes a risco desconhecido, "aproveitando-se do desespero de alguns para, de maneira demagógica, apresentar falsa solução à desassistência reinante no setor saúde".

A fosfoetanolamina é fruto de pesquisa desde os anos 70 por cientistas do Instituto de Química da Univesidade de São Paulo (USP) em São Carlos. Chegou a ser distribuída localmente por alguns anos, mas, em junho de 2014, a USP proibiiu seu repasse. Entretanto, em outubro do ano passado, uma liminar do STF autorizou uma paciente a receber a substância. A partir daí, dezenas de pessoas conseguiram liminares nesse sentido, até uma outra decisão judiciail proibir novamente a distribuição.

De acordo com a AMB, a "pílula do câncer" não foi submetida aos testes necessários que, previstos na Lei 6.360/76, são realizados em três fases antes da concessão de registro pela Anvisa.

Leia mais: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/medicos-ajuizam-acao-no-stf-contra-lei-que-libera-pilula-do-cancer-19112929
 

Maridos de pacientes com câncer de mama não buscam ajuda psicológica

EBC - 16/04/2016

Embora apresentem sofrimento emocional, homens casados com pacientes de câncer de mama não procuram o atendimento psicológico, mostra um estudo desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto. A pesquisa constatou que os parceiros chegam a sofrer com depressão e ansiedade, doenças acobertadas pela justificativa de que precisam dar maior atenção à esposa doente.

O autor do estudo, Leonardo Yoshimochi, psicólogo responsável do Instituto de Reabilitação para Mulheres Mastectomizadas explica que esses homens até admitem a necessidade de respaldo psicológico, mas desistem com a melhora no tratamento das esposas. Para o especialista, que trabalha na Escola de Enfermagem da USP, a intervenção de um psicólogo é importante durante a fase difícil.

“O respaldo profissional, principalmente do atendimento psicológico, daria um suporte para eles lidarem com as dificuldades e as impotências deles”, diz Yoshimochi.

O estudo ouviu 10 homens de 48 a 76 anos. Foram avaliados diversos aspectos, a começar pelo impacto na vida das famílias com a descoberta do diagnóstico – visto inicialmente de forma 'desastrosa' por parte dos pacientes.

Evolução

Com o início do tratamento, os maridos passam a demonstrar esperança e aumentam os cuidados, aproximando-se das mulheres. Outros membros da família passam a colaborar, inclusive fazendo com que o marido deixe de ser o principal cuidador. Há também questões como intimidade e sexualidade, diante de uma possível mutilação da mama. “Todo esse processo gira em torno do medo da morte”, comenta Yosimochi.

Em consultório, o especialista percebe que, na maior parte das vezes, as mulheres acabam sendo mais fortes que os parceiros. “Se for para dar uma opinião, eu diria que as mulheres são mais fortes. Às vezes, estão passando pelo problema, pelo tratamento e, muitas vezes, têm um acumulo muito grande de funções. Na maior parte, são mães e têm de se cuidar sozinha”, diz o psicólogo.

Leia mais: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-04/maridos-de-pacientes-com-cancer-de-mama-nao-buscam-ajuda-psicologica

Bilionário investe US$ 250 mi para pesquisas sobre câncer

EXAME - 13/04/2016

O bilionário do Vale do Silício Sean Parker anunciou nesta quarta-feira que vai investir 250 milhões de dólares para acelerar o desenvolvimento de tratamentos mais efetivos contra o câncer, por meio do fomento à colaboração entre cientistas líderes nesta área de pesquisa.

O Instituto Parker de Imunoterapia para o Câncer incluirá mais de 40 laboratórios e mais de 300 pesquisadores de seis importantes centros norte-americanos de estudo do câncer: Memorial Sloan Kettering, de Nova York; Stanford Medicine, Universidade da Califórnia em Los Angeles e Universidade da Califórnia em San Francisco, Universidade do Texas e Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia.

"Quaisquer descobertas feitas em um centro estará disponível imediatamente para outro cento sem qualquer tipo de complicação envolvendo propriedade intelectual ou burocracia", disse Parker, cofundador do serviço de compartilhamento de músicas Napster e primeiro presidente do Facebook, em uma entrevista à Reuters.

O instituto focará no campo emergente da imunoterapia do câncer, que controla o sistema imunológico do corpo para combater células cancerígenas.

"Pouco progresso foi feito nas últimas décadas", disse Parker, referindo-se à pesquisa de medicamentos contra câncer. "A expectativa média de vida só aumentou entre três a seis meses com alguns desses remédios custando bilhões para serem desenvolvidos."

Parker creditou a sua finada amiga Laura Ziskin, uma produtora de Hollywood conhecida por filmes como "Uma Linda Mulher" e fundadora da instituição Stand Up To Cancer, por chamar sua atenção para o câncer e para a necessidade de se reformular a pesquisa sobre a doença. Ela morreu vítima de câncer em 2011.

"Perder Laura me transformou", disse Parker.

Leia mais: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/bilionario-investe-us-250-mi-para-pesquisas-sobre-cancer

Anvisa aprova nova droga contra câncer de pulmão e melanoma

Folha de S. Paulo - 06/04/2016

Leia a notícia completa aqui: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/04/1757785-anvisa-aprova-nova-droga-para-cancer-de-pulmao-e-melanoma.shtml

 

 

design manuela roitman | programação e implementação corbata