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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer - 02/03/2015

EUA aprovam novo medicamento contra câncer de medula óssea

A FDA, agência americana responsável pelo controle de remédios e alimentos, aprovou na segunda-feira um novo medicamento contra câncer de medula óssea. A droga, denominada Farydak, é fabricada pela farmacêutica suíça Novartis.

O medicamento representa uma nova classe de drogas e funciona inibindo o avanço do câncer ao bloquear as enzimas que causam a superprodução das células. Estudos da fabricante mostraram que os pacientes tratados com Farydak viveram quase cinco meses a mais sem que seu câncer se espalhasse, quando comparados àqueles tomaram uma combinação de outros medicamentos já aprovados.

Novo tratamento - Apenas pacientes que já tentaram tratamento com pelo menos outras duas drogas, incluindo o quimioterápico bortezomib, poderão ser tratados com Farydak. Entre os efeitos colaterais do medicamento estão diarreia e problemas cardíacos. A Novartis afirma o medicamento está em análise por autoridades reguladoras de outros países, além dos Estados Unidos.

O câncer de medula óssea, também chamado de mieloma múltiplo, afeta as células da medula óssea produtoras de anticorpos. As células podem se espalhar para outras partes do corpo, enfraquecer o sistema imune, causar anemia e danificar principalmente o osso e o rim. Segundo a Novartis, a patologia afeta até 5 pessoas em cada 100 000 no mundo.

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/eua-aprovam-novo-medicamento-contra-cancer-de-medula-ossea

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Cegos detectam câncer de mama antes de exame clínico

Da BBC Brasil

23/02/2015

Exames para detectar câncer de mama estão sendo feitos por mulheres cegas na Alemanha. A ideia já existe há alguns anos, e uma pesquisa inédita sugere que pessoas cegas podem, de fato, detectar tumores mais cedo do que aquelas que enxergam.

Esta ideia simples, mas surpreendente, passou pela cabeça de um médico alemão uma manhã enquanto ele estava tomando banho: mulheres cegas poderiam fazer seu trabalho muito melhor do que ele?

"Três minutos é o tempo que eu tenho para fazer exames clínicos das mamas", diz o ginecologista baseado em Duisburg Frank Hoffmann.

"Isso não é suficiente para encontrar pequenos nódulos no tecido mamário, o que é crucial para detectar o câncer de mama cedo."

Pessoas treinadas para ler em braille tem o tato altamente desenvolvido. Por isso, Hoffmann supôs que as mulheres cegas e com deficiência visual seriam mais qualificadas do que qualquer outra pessoa para realizar exames de mama em seus pacientes.

A evidência agora é inequívoca, diz ele.

Em um estudo ainda não publicado, realizado com a Universidade de Essen, mulheres cegas conseguiram detectar quase um terço a mais de nódulos que outros ginecologistas.

"Os médicos costumam encontrar tumores entre um centímetro e dois centímetros, enquanto os examinadores cegos encontraram nódulos com tamanhos entre 6 mm e 8 mm. Isso faz uma diferença real. Esse é o tempo que um tumor leva para se espalhar pelo corpo."

Experiência

Na Alemanha e no Reino Unido, mamografias regulares são oferecidas apenas a mulheres com 50 anos ou mais - mas, em ambos os países, o câncer de mama é a maior causa de morte de mulheres entre 40 e 55 ano, e na Alemanha, a idade das mulheres afetadas está caindo.

Hoffmann diz que fundou sua organização, Discovering Hands, para salvar vidas pela detecção precoce. Ele desenvolveu um curso para treinar mulheres cegas para se tornarem examinadoras médicas táteis (MTEs, na sigla em inglês), e agora existem 17 trabalhando em clínicas em toda a Alemanha.

Uma delas, Filiz Demir, atende cerca de sete mulheres por dia, realizando exames que podem durar até 45 minutos - o que seria pouco usual para um ginecologista.

Há pouco mais de um ano, Demir trabalhava em uma agência de viagens. Mas, quando ela completou 35 anos, sua visão se deteriorou lentamente, e fazer seu trabalho tornou-se cada vez mais difícil. Ela pediu demissão e aprendeu braille, mas não conseguia sequer ser chamada para entrevistas de emprego.

"A cegueira era minha maior deficiência naquela época", diz ela.

"Agora, minha deficiência tornou-se minha força. Eu não sou dependente de ninguém e posso ajudar os outros. É um ótimo sentimento."

Curiosa para saber como Demir e suas colegas trabalham, eu decidi fazer um exame.

Usando tiras de fita marcadas com coordenadas em braille, o MTE faz uma "grade" sobre o peito. Ela examina lentamente por esta grade de modo que possa indicar a localização precisa se encontrar um nódulo.

Demir faz uma análise detalhada, mas os 30 minutos passam voando. É um ambiente descontraído e relaxante, nem um pouco desconfortável e há ampla oportunidade de fazer perguntas.

Depois de sete meses neste trabalho, Demir claramente se mostra aliviada por ter encontrado principalmente tumores benignos. Apenas algumas semanas atrás ela encontrou o primeiro maligno, que a balançou um pouco.

Mas é a minha vez de ser pega de surpresa quando ela remove as tiras em Braille e cuidadosamente me diz que encontrou algo.

Um nódulo de cada lado, na verdade.

Se eu fosse uma paciente regular na clínica, eu teria ido para a próxima sala para um ultrassom. Infelizmente, tive de levar essa informação para meu ginecologista em Berlim, onde fui encaminhada para um ultrassom e uma mamografia.

Depois de algumas semanas de espera por uma consulta, o ultrassom finalmente ficou pronto e não mostrou nada. O radiologista me disse que não fazia sentido fazer uma mamografia - e sugeriu que o examinador provavelmente só sentiu um pouco das minhas costelas.

O conselho de Hoffmann em situações do tipo é repetir o exame com o MTE algumas semanas mais tarde, na primeira metade do ciclo menstrual. Se um nódulo ainda puder ser detectado "a mamografia faz sentido", diz ele.

É exatamente esse ciclo de check-ups que podem levar a alarmes falsos, angústia e cirurgias desnecessárias, de acordo com o professor Gerd Gigerenzer, diretor do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano.

"Conheço muitas mulheres que ficaram assustados com alarmes falsos. Algumas fizeram biópsia, que não mostrou nada, mas vivem suas vidas de mamografia em mamografia."

Há pouco consenso sobre os benefícios dos programas de detecção de câncer de mama e se exames regulares realmente salvam vidas. Gigerenzer adverte explicitamente contra eles, e não se anima com a ideia de que agora é possível detectar nódulos menores.

"Quanto mais precisas forem as técnicas de diagnóstico, mais cânceres clinicamente irrelevantes serão detectados", diz ele.

"Isto pode levar a cirurgias e radioterapias desnecessárias. Neste caso, a detecção precoce só prejudica."

O método Discovering Hands, segundo ele, está fora de julgamento até que a equipe possa fornecer provas que comprovem que a técnica de fato reduz a mortalidade.

Um estudo sobre o assunto está previsto para ser concluído e publicado ainda este ano.

Paciente

Enquanto isso, uma das pacientes de Hoffmann, Heike Gothe, me diz que deve sua vida a uma dessas examinadoras.

Ainda tendo que lidar com a morte prematura de seu marido por doença, Gothe assumiu o comando do negócio da família, uma pequena empresa de exportação internacional de sucesso. Mas não demorou muito para que ela recebesse seu próprio diagnóstico.

"Eu tinha sentido um caroço no meu seio direito e fui ver o médico", diz Gothe.

"Eles confirmaram o que eu tinha encontrado e, em seguida detectaram um pequeno nódulo no lado esquerdo, com apenas 2 milímetros de tamanho. Ele nem sequer apareceu na ultrassonografia ou mamografia, apenas o MTE cego sentiu."

O encontro deste pequeno tumor pode ter salvado sua vida. Ambos os tumores foram diagnosticados como malignos, mas com quimioterapia e radioterapia, ela superou o câncer.

Gothe é uma batalhadora, mas ela credita sua energia e positividade a estes exames feitos por um MTE a cada seis meses. Segundo Gothe, é assim que ela consegue dormir à noite e tocar seu negócio.

"O medo aparece de vez em quando", diz Gothe. "E só consigo lidar com isso porque sei que estou em boas mãos."

Algumas companhias de seguros alemães também estão convencidas. Seis delas agora cobrem os custos para os seus pacientes fazerem esses exames clínicos das mamas.

Enquanto novos MTES ocupam cargos permanentes em clínicas por toda a Alemanha e na Áustria, o fundador do Discovering Hands, Frank Hoffmann, está em negociações com Israel e Colômbia. Ele vê oportunidades ainda mais longe.

"Estou convencido", diz ele, "de que, especialmente em países que não são tecnicamente tão avançados como a Alemanha, este modelo poderia melhorar a qualidade de normas médicas muito dramaticamente."

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/02/150223_teste_cancer_mama_lab

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Campanha de Vacinação contra HPV começa nesta segunda-feira

02/03/2015

A campanha de vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) começou nesta segunda-feira pela secretaria Municipal de Saúde (SMS), em todas as unidades de atenção primária, clínicas da família e centros municipais de Saúde, e em algumas escolas da rede pública. Serão imunizadas na primeira fase meninas entre 9 e 11 anos de idade, adolescentes e mulheres com vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) de 14 a 26 anos, mediante apresentação de declaração do médico. A meta da SMS deste ano é vacinar cerca de 100 mil garotas.

As adolescentes precisam tomar três doses da vacina contra o HPV, sendo a segunda seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira. De acordo com a técnica de imunização, Amarílis Bravo, a campanha do ano passado conseguiu imunizar 90,2% na primeira etapa.

– Este ano de 2015, o Ministério da Saúde também vai vacinar adolescentes e mulheres HIV positivas de 14 a 26 anos de idade, considerando que as complicações decorrentes do HPV ocorrem com mais frequência em pacientes portadores de HIV. Em 2014, no primeiro ano de implantação da vacina foi ofertada para as adolescentes de 11 a 13 anos de idade e na primeira etapa mais de 120 mil foram vacinadas. A meta mínima deste ano é vacinar 106 mil meninas nessa primeira dose, uma cobertura de 80% – explicou Amarílis.

A vacina contra o HPV protege mulheres que ainda não tiveram nenhum contato com o vírus e quanto mais cedo se vacinar melhor será a resposta de proteção. A doença leva a um grande número de óbitos e segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que ocorra uma mudança no cenário da doença no futuro.

Para Amarílis, “é muito importante se vacinar contra o HPV por conta do alto índice de mortalidade de câncer do colo do útero, que é um importante problema de saúde pública do Brasil. Os dados da Organização Mundial de Saúde mostram que o câncer de colo de útero é o terceiro que mais atinge as mulheres, deixando vítimas fatais”.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. O combate ao papilomavírus humano faz parte das medidas de prevenção ao câncer de colo do útero e além da vacina.

O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam anualmente o exame preventivo, Papanicolau, pois a vacina não substitui a execução do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais.

http://www.correiodobrasil.com.br/campanha-de-vacinacao-contra-hpv-comeca-nesta-segunda-feira/

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Terapia fotodinâmica pode ajudar no tratamento do câncer

Por Exame

24/02/2015

A terapia fotodinâmica – na qual são utilizados fármacos que, ao serem ativados pela luz, geram substâncias oxidantes capazes de induzir a morte celular – é considerada importante candidata no tratamento do câncer e de diversos tipos de infecção.

No Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP), o grupo liderado pelo professor Mauricio da Silva Baptista se dedica a investigar, com apoio da FAPESP, os mecanismos de ação de diversas moléculas fotossensíveis.

O objetivo é encontrar compostos ainda mais eficazes, que possam ter efeito em menores doses e com menos luz – o que permitiria agir em camadas mais profundas da derme.

Uma das moléculas investigadas – um complexo inorgânico formado pelo metal rutênio e diversos tipos de ligantes – foi descrita recentemente em um artigo publicado no Journal of the American Chemical Society.

“Esse estudo foi inovador em dois aspectos. Primeiro porque, enquanto a maioria dos fármacos fotossensíveis usados é orgânica, descrevemos uma mistura de elementos orgânicos e inorgânicos. Segundo, pela descrição de um mecanismo de ação diferente e mais poderoso que outros já conhecidos”, disse Baptista.

De acordo com o pesquisador, grande parte dos fármacos fotossensíveis induz a morte celular pela geração de moléculas de oxigênio singlete, uma substância altamente oxidante que pode danificar proteínas, ácidos nucleicos e a membrana celular.

Há ainda substâncias que, quando fotoativadas, ligam-se ao DNA existente no núcleo da célula-alvo, impedindo que ela se reproduza.

“O complexo de rutênio age das duas formas ao mesmo tempo. Em testes feitos com cultura de células no laboratório ele se mostrou quatro vezes mais eficiente que um composto que apenas gera oxigênio singlete. Foi ainda cerca de 170 vezes mais eficaz quando comparado a uma substância capaz apenas de se ligar ao DNA”, disse Baptista.

O complexo inorgânico de rutênio foi uma das 50 substâncias sintetizadas por um grupo de pesquisadores da Ohio State University, nos Estados Unidos, que estão sendo testadas no IQ-USP.

“Buscamos matar a célula do tumor ou do patógeno com uma quantidade menor de corante fotossensível e com menos luz. Por causa da barreira da pele, não conseguimos colocar muita luz dentro dos tecidos”, explicou o coordenador da pesquisa.

Até o momento, os compostos investigados no IQ foram testados apenas em culturas celulares. Segundo Baptista, é preciso haver interesse da indústria farmacêutica para que a pesquisa possa avançar para a fase de experimentos in vivo.

“Já foram descritos em todo o mundo centenas de fármacos fotossensíveis mais eficientes que os atualmente usados. Mas, até hoje, menos de dez avançaram para a clínica. As farmacêuticas resistem, pois não estão acostumadas a lidar com a luz. É preciso novas parcerias para criar algo totalmente diferente em sua linha de produção”, avaliou Baptista.

 


Evitando amputações

Paralelamente à prospecção de novos compostos, Baptista estuda, em parceria com médicos, o efeito da fototerapia feita com substâncias já conhecidas – como o azul de metileno – em doenças como melanoma, leishmaniose, micose, sarcoma de Kaposi (câncer que afeta o tecido conjuntivo e frequentemente está associado à infecção pelo HIV), câncer ginecológico e pé diabético.

Por meio de uma parceria com o angiologista João Paulo Tardivo, no Hospital de Ensino Padre Anchieta ligado à Faculdade de Medicina do ABC, já foram tratados mais de 200 portadores de pé diabético – complicação da diabetes que pode envolver úlceras, infecções, osteomielite (infecção nos ossos), neuropatia (perda de sensibilidade nos nervos), isquemia e trombose.

O tratamento convencional é feito com antibióticos, mas muitas vezes não surte efeito porque a microcirculação está comprometida e o medicamento não chega até o foco da infecção.

Segundo Tardivo, a terapia fotodinâmica já foi aplicada em mais de 200 pessoas atendidas no ambulatório de São Bernardo do Campo.

Desses, 70 já haviam desenvolvido osteomielite e, caso fosse mantido apenas o tratamento convencional, provavelmente teriam sofrido amputações. Graças à terapia fotodinâmica, 62 deles tiveram alta e apenas 8 precisaram ser amputados.

“O pé diabético é uma condição com vários graus de gravidade. Desenvolvemos um índice e um algoritmo para determinar em quais casos – levando em conta fatores como a presença ou não de úlcera, sua localização, a presença ou não de infecção e de isquemia – a terapia fotodinâmica pode evitar a amputação de um dedo ou até mesmo de todo o pé. De maneira geral, podemos dizer que em 65% dos casos conseguimos evitar a amputação”, contou Tardivo.

Em um estudo publicado em 2014 na revista Photodiagnosis and Photodynamic Therapy, os pesquisadores compararam os resultados do tratamento de 18 pacientes com osteomielite submetidos à terapia fotodinâmica com o de 16 tratados apenas com antibióticos (grupo controle).

No grupo controle, todos sofreram amputação de pelo menos um dos dedos. No grupo da fototerapia, apenas um precisou de amputação.

“Por uma questão ética, não me senti à vontade de não tratar pacientes que, de acordo com o algoritmo que desenvolvemos, poderiam se beneficiar com a terapia fotodinâmica. Então, para compor o grupo controle, escolhemos 16 casos do ano anterior com o mesmo diagnóstico do grupo que seria tratado e que já haviam chegado a um desfecho”, explicou Tardivo.

Exames de raio X revelaram que, em um dos pacientes, a fototerapia aparentemente promoveu a regeneração do tecido ósseo. Mas os mecanismos que levaram à melhora, de acordo com os pesquisadores, ainda precisam ser investigados.

Baptista e Tardivo planejam agora realizar um estudo multicêntrico para reforçar as evidências favoráveis ao uso da terapia fotodinâmica no tratamento do pé diabético, de forma que ela possa deixar de ser considerada experimental e possa entrar para a rotina clínica.

“Se houver uma uniformidade de resultados nos vários centros participantes, creio que teremos evidências suficientes. É um método de baixo custo e eficaz”, afirmou Tardivo.

Redoxoma

A partir de 2013, os estudos de Baptista passaram a ser realizados no âmbito do Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP.

Os resultados mais recentes foram apresentados no dia 5 de fevereiro, durante o primeiro encontro dos pesquisadores do Redoxoma com membros do comitê de avaliadores internacionais.

“Esta foi a primeira vez que todas as pesquisas em andamento e as metas do CEPID foram apresentadas juntas. Isso é muito positivo, pois ajuda a criar um esprit de corps (espírito de equipe)”, comentou Ohara Augusto, professora do IQ-USP e coordenadora do Redoxoma.

O avaliador Rafael Radi, da Faculdade de Medicina da Universidad de la República, do Uruguai, classificou o progresso do grupo como “muito bom em todas as dimensões”.

“O grupo de pesquisadores é excepcional e trabalha em forte sinergia. Além disso, os tópicos pesquisados são relevantes para a área biomédica e biotecnológica. Os estudantes estão em projetos muito bons. Existem pessoas exclusivamente dedicadas aos componentes de educação e inovação o que tem feito essas áreas avançar de forma sólida”, afirmou à Agência FAPESP.

A única ressalva feita por Radi foi a necessidade de melhores instalações para estudos com animais.

 

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