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Veja o que saiu na mídia sobre câncer – 02/05/2012

Multidões não sabem que cigarro eleva risco de doenças, diz estudo

G1 – 20/04/2012

Um enorme contingente de pessoas em vários países ainda não relacionam o risco de ter doenças do coração em decorrência do hábito de fumar e pelo fumo passivo. É o que concluiu um relatório divulgado nesta sexta-feira (20) em um congresso de cardiologia em Dubai.

O relatório, intitulado "Danos cardiovasculares do consumo de tabaco e fumo passivo", foi encomendado pela Federação Mundial do Coração e escrito pelo Projeto Internacional de Controle ao Tabaco (ITC Project, na sigla em inglês), em colaboração com a Iniciativa Sem Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo o relatório, metade de todos os fumantes chineses e um terço dos fumantes indianos e vietnamitas não sabem que fumar provoca doenças do coração.

Em uma ampla gama de países, incluindo Índia, Uruguai, Coreia do Sul e Polônia, cerca de metade de todos os fumantes - e mais de 70% de todos os fumantes chineses - não sabem que fumar aumenta o risco de derrames. A pesquisa não abordou a população brasileira.

Fumo passivo

A conscientização do risco do fumo passivo é ainda menor. No Vietnã, quase 90% dos fumantes e não fumantes não sabem que o fumo passivo causa doenças cardiovasculares. Na China, 57% dos fumantes e não fumantes não estão cientes da ligação.

Mesmo em países com sistemas bem desenvolvidos de saúde e regulação de controle do tabaco - como Canadá, Reino Unido, Estados Unidos e Austrália - entre um terço e metade dos fumantes não sabe que o fumo passivo pode prejudicar a saúde cardiovascular.

Segundo o professor Geoffrey T. Fong, da Universidade de Waterloo, no Canadá, e principal autor do Projeto ITC, o relatório faz a relação entre o amplo desconhecimento dos riscos do tabagismo com os altos níveis de prevalência do hábito.

“Nossa pesquisa mostra que os riscos do uso do tabaco para a saúde pulmonar são amplamente aceitos. Mas precisamos atingir o mesmo nível de conhecimento e consciência de que o uso do tabaco pode causar doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica e que o fumo passivo pode causar ataque cardíaco”, afirma.

Fong alerta que os aviso de saúde inseridos em embalagens de cigarro em alguns países não citam os perigos do fumo passivo.

“Aumentar o conhecimento desses riscos específicos de saúde ajudará a incentivar os fumantes a parar e ajudar os não-fumantes a se protegerem. Portanto, a sensibilização é um passo importante na redução da exposição das pessoas à fumaça do tabaco", reitera.

Dados alarmantes

A exposição ao fumo passivo aumenta o risco de doenças cardíacas em 25% e mais de 87% das mortes de adultos em todo o mundo causadas pelo fumo passivo são atribuíveis à doenças cardiovasculares, segundo o relatório.

A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte no mundo, matando 17,3 milhões de pessoas a cada ano. Ao todo, 80% destas mortes ocorrem em países de baixa e média renda, que estão cada vez mais sendo alvo da indústria do tabaco.

O uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo provoca cerca de um décimo de todas as mortes por doenças cardiovasculares. Mesmo fumar alguns cigarros por dia aumenta significativamente o risco de ter essa doença, diz o relatório.

Douglas Bettcher, diretor da iniciativa da OMS, observou que o relatório fornece prova conclusiva de que o nível de informação sobre os males cardiovasculares do uso do tabaco e do fumo passivo ainda é insuficiente e, portanto, campanhas de mídia de massa e avisos são urgentemente necessários.

“Espero que este relatório aumente o senso de urgência dos líderes mundiais e da comunidade de saúde pública (...). Isso significará a diferença entre a vida e a morte de quase seis milhões de pessoas a cada ano", alerta.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/multidoes-nao-sabem-que-o-cigarro-eleva-risco-de-doencas-diz-estudo.html

SUS receberá 505 milhões para tratamento do câncer

Agência Estado – 18/04/2012

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira que destinará R$ 505 milhões à rede de unidades para tratamento de câncer do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministro Alexandre Padilha, nos próximos cinco anos devem ser adquiridos 80 aceleradores lineares, equipamentos usados para radioterapia, o que demandará R$ 180 milhões. Outros R$ 325 milhões serão destinados à infraestrutura.

As obras e os novos equipamentos devem ampliar tecnologicamente 48 unidades oncológicas que já oferecem radioterapia, além de criar mais 32 serviços. O objetivo, de acordo com o ministro, é reduzir a desigualdade no acesso aos serviços de radioterapia, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e no interior do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste, de acordo com informações da Agência Brasil.

Atualmente, 135 dos 269 hospitais habilitados em alta complexidade em oncologia no SUS oferecem serviços de radioterapia. Há ainda 13 serviços fora de hospitais. Ao todo, a rede pública responde por 75% de todos os serviços no país voltados para essa área.

Ainda segundo a Agência Brasil, apenas este ano, foram identificados 260 mil casos de câncer em mulheres, dos quais 27% são de mama e de colo do útero. O combate a esses dois tipos de câncer é considerado prioridade pela pasta.

http://br.noticias.yahoo.com/sus-receber%C3%A1-r-505-milh%C3%B5es-tratamento-c%C3%A2ncer-161000118.html

Estudo inédito mapeia 10 diferentes tipos de câncer de mama

Agência Estado – 18/04/2012

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira que destinará R$ 505 milhões à rede de unidades para tratamento de câncer do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministro Alexandre Padilha, nos próximos cinco anos devem ser adquiridos 80 aceleradores lineares, equipamentos usados para radioterapia, o que demandará R$ 180 milhões. Outros R$ 325 milhões serão destinados à infraestrutura.

As obras e os novos equipamentos devem ampliar tecnologicamente 48 unidades oncológicas que já oferecem radioterapia, além de criar mais 32 serviços. O objetivo, de acordo com o ministro, é reduzir a desigualdade no acesso aos serviços de radioterapia, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e no interior do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste, de acordo com informações da Agência Brasil.

Atualmente, 135 dos 269 hospitais habilitados em alta complexidade em oncologia no SUS oferecem serviços de radioterapia. Há ainda 13 serviços fora de hospitais. Ao todo, a rede pública responde por 75% de todos os serviços no país voltados para essa área.

Ainda segundo a Agência Brasil, apenas este ano, foram identificados 260 mil casos de câncer em mulheres, dos quais 27% são de mama e de colo do útero. O combate a esses dois tipos de câncer é considerado prioridade pela pasta.

http://br.noticias.yahoo.com/sus-receber%C3%A1-r-505-milh%C3%B5es-tratamento-c%C3%A2ncer-161000118.html

Aspirina modificada poderá ser arma contra o câncer

O Dia – 09/03/2012

A aspirina pode se tornar uma arma na luta contra o câncer. Cientistas da The City College, de Nova York, desenvolveram um composto à base da droga que combateria os tumores de maneira mais segura do que os remédios atualmente utilizados.

De acordo com os cientistas, a nova aspirina inibiu o desenvolvimento de 11 tipos de células cancerígenas relacionadas a leucemia e a tumores de cólon, pâncreas, pulmão, próstata e mama.

O tratamento não prejudicaria as células sadias do paciente, o que é um dos maiores desafios no tratamento do câncer.

Segundo os pesquisadores, estudos anteriores já haviam mostrado que a aspirina, ingerida diariamente, reduz as chances de câncer de cólon em 50%. Nesta nova pesquisa, o composto reduziu tumores de cólon de animais em 85%, e sem que surgissem efeitos colaterais como úlceras hemorrágicas ou falência dos rins.

No experimento, ratos portadores de células humanas causadoras de tumor de cólon que receberam a nova aspirina tiveram destruídas as células cancerígenas. Além disso, a substância inibiu a proliferação delas e reduziu muito o crescimento do tumor, sem qualquer sintoma de toxicidade nos animais.

http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/aspirina-modificada-poder%C3%A1-ser-uma-nova-arma-contra-o-c%C3%A2ncer-1.417720

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