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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer - 01/12/2010

Tumor do cólon e reto é a terceira causa de morte por câncer no mundo

Colonoscopia é arma para combater aumento de estatísticas da doença no Brasil

Zero Hora – 23/11/2010 
 
No mundo, o câncer de cólon e reto ocupa o terceiro lugar em causa de morte por cânceres em ambos os sexos. No Brasil, estima-se o surgimento de 14.800 novos casos em mulheres e 13.310 em homens. Só em Florianópolis, serão 100 casos, sendo 60% deles em mulheres, conforme levantamento do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para o ano de 2010.  
 
Para reduzir este número, presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, Carlos Alberto Cappellanes, ressalta a necessidade de haver campanhas de prevenção para a doença, assim como existem para os demais cânceres, ainda mais por ser este um tipo simples de prevenir e tratar.  
 
— Hoje, a colonoscopia permite que o endoscopista identifique o pólipo, que é o tumor na fase benigna, e o retire no mesmo instante, antes que se transforme em um câncer — reitera o presidente.  
 
De acordo com a Organização Mundial de Saúde este exame é recomendado na população acima dos 50 anos de idade, principalmente naqueles que têm histórico familiar da doença. Entretanto, tem aumentado os casos de pessoas com apenas 30 anos que tem apresentado lesões no intestino delgado, especialmente do sexo masculino.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Segundo%20Caderno&newsID=a3118275.xml

Câncer de ovário é associado a terapia hormonal

Estudo analisou 126.920 mulheres na pós-menopausa durante 9 anos. 
Trabalho foi coordenado por epidemiologista da Universidade Oxford. 

G1 – 19/11/2010

Mais notícias ruins sobre a terapia hormonal pós-menopausa: um novo estudo europeu relata que mulheres que tomam os hormônios têm risco significativamente maior de apresentar câncer de ovário, que é raro, mas pode ser fatal.

As descobertas da European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition, que incluiu 126.920 mulheres na pós-menopausa, foram apresentadas numa conferência da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer este mês na Filadélfia.

Após nove anos de acompanhamento, 424 casos de câncer de ovário foram diagnosticados. Mesmo após controlar índice de massa corporal, tabagismo e diversos outros fatores de risco, os pesquisadores descobriram que as mulheres em terapia hormonal pós-menopausa tiveram um risco 29% maior de desenvolver câncer de ovário em relação às que não usaram os hormônios.

As mulheres que usaram terapia hormonal de estrógeno apenas enfrentaram um risco aumentado de 63% em comparação às que não fizeram uso dessa terapia. O risco aumentado de câncer de ovário em mulheres que tomaram uma combinação de estrógeno e progestina não alcançou importância estatística.

Mesmo assim, o autor do estudo, Konstantinos K. Tsilidis, epidemiologista de câncer da Universidade Oxford, na Inglaterra, afirmou haver um claro aumento no risco para usuárias atuais de todos os hormônios, embora somente se usados há pelo menos cinco anos.

"É importante transmitir essa mensagem às mulheres", disse Tsilidis. "É  um câncer bastante letal." 

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/11/cancer-de-ovario-e-associado-terapia-hormonal.html

Estudante cria tecnologia para tratar o câncer

Diário do Nordeste – 01/12/2010

Um sistema que promete ser um grande avanço no tratamento do câncer. Essa foi a mais nova invenção do estudante cearense Ivan de Morais, do curso de Engenharia de Telecomunicações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Com base na telemedicina, o aluno está desenvolvendo uma pesquisa que visa à utilização de medicamentos chamados fármacos nanoparticulares magnéticos. 
 
Pioneiro no País, o estudo se destaca por ter como propósito a diminuição dos danos causados pela quimioterapia no organismo dos pacientes. 
 
Inovação 
 
Pelo fato de oferecer um tratamento mais rápido, com ação mais eficaz dos medicamentos nas células cancerígenas, o sistema que está sendo desenvolvido demonstra ser bastante inovador. Sob a orientação do professor José Wally Menezes, o trabalho de pesquisa garantiu ao estudante o 1º lugar no Prêmio Instituto Euvaldo Lodi (IEL) de Engenharia, uma competição que visa divulgar e reconhecer projetos nos diversos segmentos da Engenharia, bem como estimular o pensamento científico e a criatividade na produção tecnológica estadual. 
 
De acordo com o pesquisador Ivan de Morais, "o intuito é realizar o transporte dessas substâncias dentro do corpo humano, isolando e tratando os tumores em nível celular, podendo, assim, atingir tumores em áreas de difícil acesso e não causar tanto dano ao sistema imunológico do paciente". 
 
Ele adiantou que, por hora, não há tipos específicos de câncer que poderão ser tratados com o sistema, "mas a pesquisa pretende atingir as mais variadas categorias", enfatizou. 
 
Sobre os materiais, aparelhos e softwares que são necessários para a realização do tratamento, Ivan de Morais detalhou que o sistema demanda um equipamento que faça o controle e o transporte dos fármacos em nível celular e um software de alta precisão para que seja possível monitorar e interagir, em tempo real, como essas substâncias atuam no organismo. 
 
Parceria 
 
De acordo com o cientista, o projeto agora caminha para a fase experimental. "Atualmente, no Departamento de Engenharia de Telecomunicações do IFCE, estamos iniciando uma nova etapa de parceria. Por ela, estamos trabalhando com o Laboratório de Telecomunicações e Ciência e Engenharia de Materiais (Locem) da Universidade Federal do Ceará (UFC)", disse. 
 
Sob a coordenação dos professores doutores Antônio Sérgio Bezerra Sombra, José Wally Mendonça Menezes e Júlio Cesar Góes Ferreira, a previsão é de que, já neste mês de dezembro, seja iniciada a pesquisa. 
Mais informações em

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=894659

Remédio experimental contra o câncer traz risco tóxico: FDA

AFP – 01/12/2010

WASHINGTON — Um medicamento experimental desenvolvido pela companhia farmacêutica AstraZeneca para tratar câncer de tireóide traz riscos de "toxicidade substanciais", alertou a FDA, agência reguladora de remédios e alimentos nos Estados Unidos.

Trinta e um por cento dos pacientes que tomaram o medicamento, chamado vandetanib, tiveram efeitos colaterais severos em comparação com 13% dos pacientes que apresentaram os mesmos sintomas ao ingerir um placebo.

Oitenta por cento dos pacientes em um estudo de fase 2 que começaram a se tratar com uma dose de 300 miligramas da droga "precisaram reduzir ou interromper" a medicação, acrescentou a FDA em um relatório publicado antes de uma reunião de especialistas para discutir as descobertas, em 2 de dezembro.

Segundo um estudo subsequente no qual os pacientes ingeriram uma dose de 100 miligramas da droga, 21% precisaram reduzir a dose ou interromper o uso do remédio.

Embora a FDA não tenha que seguir as recomendações do painel de especialistas, a agência normalmente o faz.

Entre os efeitos colaterais relatados estão uma perigosa erupção na pele conhecida como síndrome de Stevens-Johnson, derrames e doença pulmonar.

O laboratório AstraZeneca espera para janeiro uma decisão sobre a aplicação do vandetanib em pacientes com câncer medular de tireóide, uma forma da doença relativamente rara, diagnosticada em 45 mil pessoas, este ano, nos Estados Unidos.

Segundo a companhia, o medicamento atua na restrição do crescimento do tumor.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hXS8KABXkIMCmdiL4dwmEdWI4Aug?docId=CNG.9ac36789f81ff3aba5558c8d03c9281b.1d1

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