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veja o que saiu na mídia sobre câncer - 16/06/2010

Pesquisadores da UFPR descobrem genes indicadores de metástases em câncer de mama

Redação Bem Paraná - 09/06/10

Pesquisadores do Laboratório de Patologia Básica da UFPR descobriram dois genes que, quando alterados simultaneamente no câncer de mama, podem indicar a presença de metástases. De 69 tumores de mama estudados, 17 pacientes morreram algum tempo após o diagnostico inicial. Desses 17 pacientes que morreram, 15 apresentavam a alteração nesses genes. "Estes resultados poderão ser utilizados como uma marcação molecular da presença de metástases em pacientes com câncer de mama", explicou a professora Giseli Klassen, coordenadora do trabalho.

A pesquisa é fruto de uma tese de mestrado de autoria de Edneia Ramos. O grupo coordenado por Giseli busca caracterizar geneticamente tumores de brasileiras e inclui também pesquisadores do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer e da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. O trabalho analisou linhagens celulares do banco de células do Instituto Ludwig e amostras congeladas de tumores de pacientes do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Publicada na revista Britanica BMC Câncer, em janeiro deste ano, vem sendo altamente acessada pela comunidade científica. Até o início de junho nada menos do que 1.199 acessos, considerado um alto índice pela publicação, o que demonstra a importância da descoberta.

Nesse momento, os estudos prosseguem para continuar confirmando os resultados em mais amostras para que resultados conclusivos sejam reconfirmados. "Para isso nessa etapa contamos com o apoio dos médicos que precisam encaminhar as pacientes para os exames de acompanhamento após o diagnostico do câncer", conclui.

A publicação pode ser acessada no endereço http://www.biomedcentral.com/1471-2407/10/23.

http://www.bemparana.com.br/index.php?n=147460&t=pesquisadores-da-ufpr-descobrem-genes-indicadores-de-metastases-em-cancer-de-mama-

 

Combinação de tratamentos detém avanço do câncer de ovário

O Avastin, medicamento recomendado para impedir que o tumor canceroso desenvolva vasos sanguíneos que o alimentem, combinado com a quimioterapia, prolonga claramente o período durante o qual um câncer de ovário avançado para de progredir, segundo um estudo clínico publicado este domingo.

"Este é o primeiro teste clínico de fase 3 que mostra que bloquear a formação de vasos sanguíneos dos tumores melhora consideravelmente a sobrevivência sem o desenvolvimento da doença das mulheres com câncer de ovário ou peritoneal, muito difícil de tratar", explicou o doutor Robert Burger, do Fox Chase Cancer Center, na Filadélfia (Pensilvânia, leste), que chefiou a pesquisa.

"Os resultados do teste clínico mostram que o Avastin é um fármaco inicial aceitável para as pacientes que sofrem de câncer avançado de ovário", acrescentou, ao apresentar os resultados na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, reunida este fim de semana em Chicago (Illinois, norte).

O Avastin, comercializado pela empresa americana Genentech, que faz parte do grupo farmacêutico suíço Roche, já foi autorizado pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos para o tratamento de vários cânceres metastásicos, entre eles os de colon, seio, rim, cérebro e pulmão.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gwAQ5HsRLLKcxaA9M2UqfjzGdTUg

 

Vacina contra câncer de mama é testada com sucesso nos EUA

Band cidades, com agências- 02/06/2010

Cientistas americanos desenvolveram uma vacina que impediu o desenvolvimento de câncer de mama em ratos. Os próximos testes serão em pessoas, mas os pesquisadores avisam que pode levar alguns anos até que a vacina esteja disponível para o público.
No teste com animais, ratos com probabilidade genética de desenvolver câncer de mama foram vacinados com a droga a-lactalbumina, a subtância em estudo. Nenhum deles desenvolveu o câncer, enquanto que todos os outros animais que não foram vacinados com a droga em questão apresentaram a doença.
Embora o estudo esteja em fase inicial, especialistas acreditam que ele pode ter implicações importantes na prevenção do câncer de mama no futuro.

http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=310248

 

65% dos homens com câncer de bexiga têm histórico de tabagismo

Fapesp - 02/06/2010

Levantamento feito pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, ambos ligados à Secretaria de Estado da Saúde, apontou que 65% dos homens e 25% das mulheres com tumores de bexiga apresentavam histórico de tabagismo.

Nos últimos 12 meses, foram operados cerca de 800 pacientes com este tipo de câncer nas duas instituições e o maior vilão apontado é o cigarro.

O levantamento mostrou ainda que 40% dos pacientes tratados por neoplasia maligna da bexiga apresentam tumores com invasão da camada muscular, sendo necessária a retirada completa do órgão.

Depois da próstata, o câncer na bexiga é o segundo entre os tipos de tumores que atingem os sistemas genital e urinário. Mas, apesar da incidência menor, o câncer de bexiga é quase seis vezes mais mortal que o de próstata - a estimativa de mortalidade das doenças é de 3,5% e 18%, respectivamente.

A proporção também é bem maior se comparada com as estatísticas apresentadas pela literatura, que apontam a presença de tumores invasivos em 15% dos casos.

De acordo com a Secretaria da Saúde, a incidência é maior no Icesp e no HC devido aos atendimentos de alta complexidade. Um dos principais sintomas manifestado pelo câncer de bexiga é a presença de sangue na urina.

http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/65-homens-cancer-bexiga-tem-historico-tabagismo-565913.html

 

Britânicos criam exame capaz de detectar câncer cinco anos antes do aparecimento do tumor

Globo - 01/06/2010

Cientistas britânicos desenvolveram um exame de sangue que seria capaz de detectar a doença cinco anos antes do aparecimento do tumor. O teste foi resultado de 15 anos de pesquisa na Universidade de Nottingham.

Segundo os cientistas, é uma revolução no diagnóstico de câncer. O teste registraria a reação do sistema imunológico ao primeiro sinal da doença.

O exame vai estar disponível na Inglaterra no início do ano que vem.

http://www.tvcanal13.com.br/noticias/britanicos-criam-exame-capaz-de-detectar-cancer-cinco-anos-antes-do-aparecimento-do-tumor-105145.asp


 

 

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