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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer - 16/03/2010

Hormônio feminino pode ajudar no combate ao câncer de próstata

Veja.com - 01/03/2010
Um estudo australiano revela que um hormônio feminino pode ser a chave para o sucesso no tratamento contra o câncer de próstata. De acordo com os pesquisadores, o segredo para combater a doença, muitas vezes resistente às terapias, é fazer com que uma molécula em particular do tumor responda ao estrógeno, o hormônio sexual feminino.
Segundo a pesquisa, o estrógeno se amarra a receptores específicos das células, que disparam um mecanismo biológico quando estimulados. Já os tumores na próstata são conhecidos por carregar dois receptores de estrógenos. Um deles, o receptor beta, faz com que as células cancerígenas cometam "suicídio" quando ativadas, diz o estudo. Os pesquisadores australianos trabalham agora no desenvolvimento de um medicamento que direcione corretamente os estrógenos aos receptores betas do tumor.
Atualmente, os tratamentos convencionais no combate ao câncer de próstata baseiam-se no bloqueio de hormônios andrógenos, como a testosterona, inibindo o crescimento da massa tumoral. No entanto, quando a doença deixa de responder a esse tratamento, a cura se torna mais difícil, já que a quimioterapia não é muito eficiente contra esse tipo de câncer.
Veja mais em: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/hormonio-feminino-pode-ajudar-combate-ao-cancer-prostata-536566.shtml

Teste genético vai dizer quais pacientes têm mais chance de responder a tratamento contra o câncer

O Globo - 02/03/2010
Os cientistas estão desenvolvendo um teste genético que pode dizer quais pacientes estão mais propensos a responder a um tratamento anticâncer. O exame poderá ajudar os médico a receitar medicamentos apenas a pessoas que têm mais chances de se beneficiar de um determinado fármaco. Em estudo com genes de células com câncer de mama, publicado na revista "Lancet Oncology", os autores identicaram seis responsáveis pelo funcionamento ou não de uma droga. É o que os especialistas chamam de tratamento personalizado.
Identificar entre os pacientes que respondem ou não a medicamentos é considerado um dos avanços mais importantes na medicina moderna. O tratamento personalizado com base na análise do DNA de uma pessoa é visto como uma das maiores conquistas a partir da decodificação do genoma humano. Os investigadores começaram analisando 829 genes de células cancerosas de mama e foram reduzindo as possibilidades até descobrir os genes que podem ser usados para predizir a eficácia de um fármaco anticâncer, o paclitaxel. O trabalho é uma entre o Instituto de Pesquisa Londres e da Universidade Técnica da Dinamarca.
Leia a íntegra desta reportagem no Globo Digital
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/03/01/teste-genetico-vai-dizer-quais-pacientes-tem-mais-chance-de-responder-tratamento-contra-cancer-915966746.asp

Leitura rápida de DNA pode ajudar no tratamento de câncer

The New York Times - 10/03/2010
Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins desenvolveram uma maneira de monitorar o progresso do tratamento de câncer de um paciente usando uma nova técnica de sequenciamento rápido, ou decodificação, de grandes quantidades de DNA.
No processo, eles sacudiram a doutrina postulada por livros acadêmicos, que afirmam que todos possuem uma única versão do DNA em suas mitocôndrias, as máquinas fornecedoras de energia dentro de cada célula. Além das mutações no DNA encontrado em pacientes de câncer, até mesmo pessoas saudáveis apresentaram diversas variantes em seu DNA mitocondrial, embora em grande parte em pequenas proporções.
A descoberta, relatada na edição atual da Nature, é parte de um programa do doutor Bert Vogelstein, Kenneth W. Kinzler e colegas para monitorar a presença de células cancerosas por meio de fragmentos de DNA mutante dispersos no sangue. Essa abordagem estava fora de questão até o desenvolvimento, alguns anos atrás, de métodos de sequenciamento de grandes quantidades de DNA a um baixo custo.
Uma célula se torna cancerosa quando os genes que interrompem o crescimento desenfreado são sabotados por mutações. Quando as defesas anticâncer da célula são destruídas, o caos genético se instaura, com a ocorrência de mais mutações e rearranjos de DNA em grande volume nos cromossomos.
Se esses pedaços de DNA modificado pudessem ser identificados na corrente sanguínea de um paciente, eles serviriam como um marcador direto e sensível do câncer. Um cirurgião poderia checar se removeu com sucesso todo o tumor, e os quimioterapeutas poderiam monitorar o sucesso de qualquer tratamento, conduzindo testes para constatar o reaparecimento de células cancerosas.
Leia mais em:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4312884-EI8147,00-Leitura+rapida+de+DNA+pode+ajudar+no+tratamento+de+cancer.html

Novo Inca dará prioridade a pesquisas

Instalado no Rio, o mais completo centro de oncologia do País pretende aumentar o número de pacientes em estudos clínicos

Clarissa Thomé, para O Estadao de S.Paulo – 14/03/2010
O País vai ganhar o seu mais completo centro de oncologia, especialidade que cuida de doentes com câncer, na capital do Rio. Um quarteirão inteiro na Praça da Cruz Vermelha, na região central, virá abaixo para dar lugar ao novo Instituto Nacional de Câncer (Inca), hoje dividido em 18 endereços. As demolições de prédios do Instituto Estadual de Assistência ao Servidor Público, que hoje ocupam o local, devem começar em maio.
O Inca passará a ocupar uma área de cerca de 90 mil metros quadrados - três vezes maior do que a do atual prédio-sede -, o que lhe permitirá atender em um só local os quase 10 mil pacientes do instituto.
O principal beneficiado será o setor de estudos científicos. Hoje, menos de 5% das pessoas tratadas participam de pesquisas clínicas - aquelas em que é possível avaliar a evolução da doença, a eficácia (ou não) de um tratamento, a utilização de uma vacina. A meta é incluir 30% dos pacientes nesses protocolos.
"A unificação trará economia, com melhoria da logística e redução dos serviços de apoio contratados para os outros hospitais", afirmou o diretor-geral da instituição, Luiz Santini. "Mas o mais importante é o desafio do avanço do conhecimento científico sobre o câncer. O papel do Inca é, além de garantir a assistência, produzir conhecimento, fazer pesquisa e formar recursos humanos."
Mais informações em:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100314/not_imp524035,0.php

Chá de papaia possui alto poder anticancerígeno

AFP – 09/03/2010
MIAMI — O chá do extrato de folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer, e não deixa sequelas de nenhuma toxicidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida (UF) divulgada nesta terça-feira.
O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores.
Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF.
Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1.
Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade.
Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou.
Leia mais em:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5iVWBqXoIHvksMRUmKbe0_Sp-3zeQ

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