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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer - 16/12/2009

Prótese mamária não tem relação com câncer de mama, diz pesquisa. Estudo acompanhou mais de 2 milhões de mulheres desde 1972.

Luis Fernando Correia Especial para o G1 - 30/11/2009

Com o aumento do número de cirurgias para implante de próteses de mama, a preocupação sobre as possíveis relações com problemas de saúde cresce entre as mulheres.

O assunto já foi amplamente estudado e os resultados são conclusivos. Uma pesquisa patrocinada pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos acompanhou desde 1972 mais de 2 milhões de mulheres que colocaram próteses.

As próteses de mama definitivamente não têm relação nenhuma com câncer de mama. Em alguns estudos, as mulheres com implantes apresentaram até mesmo uma frequência menor desse tipo de câncer.

O estudo permitiu ainda a avaliação da frequência de outros tipos de tumores, como de estômago, intestino e pulmão. A ocorrência desses tumores também não tem ligação com as próteses.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1397667-5603,00-PROTESE+MAMARIA+NAO+TEM+RELACAO+COM+CANCER+DE+MAMA+DIZ+PESQUISA.html

 

Cientistas acompanham câncer de mama "ao vivo". Britânicos colocaram marcadores nas células para ver como o câncer se espalhava pelo corpo de rato

Editora Abril - 08/12/2009

Fotos tiradas "ao vivo" do desenvolvimento do câncer de mama podem ajudar os cientistas a pesquisar novos tipos de tratamento.

Pesquisadores colocaram células cancerígenas com marcadores em ratos. Toda vez que o câncer se espalhava, uma proteína azul podia ser vista pelos cientistas e, portanto, fotografada em tempo real. Uma vez na corrente sanguínea, era possível acompanhar outras áreas afetadas, como o fígado ou o cérebro. A tal proteína era a TGF beta, responsável pela divisão e diferenciação celular. No câncer, o TGF beta perde sua função, fazendo com que a célula modifique seu ciclo de vida e sua função. Entender melhor como ocorre esse controle é um dos objetivos dos pesquisadores.

http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/cientistas-acompanham-cancer-mama-ao-vivo-517985.shtml

 

Alteração de cromossomos pode causar câncer, revela estudo norte-americano

AFP - 07/12/2009

Uma anormalidade cromossômica, a aneuploidia, pode causar câncer, afirmam pesquisadores americanos num estudo publicado dia 07/12, confirmando o que os cientistas suspeitavam há algum tempo.

Dado que virtualmente todos os cânceres humanos mostram um número anormal de cromossomos, os cientistas "já acreditavam que as mutações genéticas que possibilitam a separação errônea de cromossomos durante a divisão celular são causa do desenvolvimento de tumores", afirmam pesquisadores, em comunicado.

"Usando uma combinação de modelos novos e padrão para o estudo do câncer humano, conseguimos provar que a aneuploidia causa câncer, assim como elucidar o mecanismo pelo qual o faz", diz o biólogo e diretor do estudo, Jan van Deursen, da Mayo Clinic.

Em estudos realizados em ratos, os cientistas descobriram que uma célula é menos capaz de eliminar tumores se houver uma mitose incompleta - processo mediante o qual o material genético é duplicado com precisão, gerando dois novos conjuntos de cromossomos iguais ao original; cariocinese - que resulta em desalhamento ou separação assimétrica, com a célula perdendo um cromossomo.

"A célula perde, então, a capacidade de eliminar tumores, como parte do sistema inmunológico", disse o porta-voz da Mayo Clinic, Bob Nellis.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/07/alteracao+de+cromossomos+pode+causar+cancer+estudo+eua+9227143.html

 

Álcool pode aumentar chance de recorrência do câncer de mama

Reuters, por Julie Steenhuysen – 11/12/2009

Mulheres na menopausa que tomam três ou quatro doses semanais de bebida alcoólica têm uma chance significativamente maior de recorrência do câncer de mama, disseram pesquisadores dos EUA.

De acordo com eles, mulheres diagnosticadas com câncer de mama devem considerar a ideia de limitar a três doses semanais o seu consumo de álcool, especialmente se estiverem acima do peso.

"Não encontramos qualquer elevação do risco em mulheres que consumiam menos de meia dose por dia. Não houve associação alguma com a recorrência do câncer," disse Marilyn Kwan, pesquisadora de Permanente em Oakland, Califórnia, que apresentou suas conclusões num simpósio da Associação Americana da Pesquisa do Câncer em San Antonio.

Outros estudos já haviam demonstrado que o uso de álcool pode agravar as chances de que a mulher desenvolva um tumor de mama, mas poucos haviam examinado o papel do álcool em mulheres que já haviam tido câncer de mama.

Kwan e seus colegas estudaram 1.900 mulheres no Registro do Câncer Kaiser Permanente do Norte da Califórnia, todas elas sobreviventes de tumores de mama invasivos em estágio inicial entre 1997 e 2000. As próprias mulheres relataram o seu nível de consumo de álcool.

As mulheres foram acompanhadas ao longo de oito anos. As que tomavam três a quatro doses semanais de bebida alcoólica tiveram um aumento de 30 por cento no risco de que seu câncer de mama voltasse.

Metade dessas mulheres consumia álcool em alguma quantidade, e o estudo as comparou a sobreviventes de câncer de mama que não bebiam. Quanto mais álcool as mulheres ingeriam, maior era a recorrência do câncer, disse Kwan.

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/12/11/alcool-pode-aumentar-chance-de-recorrencia-do-cancer-de-mama-915164004.asp

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