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Programa interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão em biologia do câncer

Veja o que saiu na mídia sobre câncer

Estudo revela que mortalidade por câncer continua diminuindo nos EUA
Da EFE – 14/08/2009
O número de mortes por câncer continua sua declinação iniciada nas últimas três décadas, especialmente entre os mais jovens, indica um estudo publicado hoje pela "Cancer Research", uma revista da Associação dos Estados Unidos para a Pesquisa do Câncer.
"Nossos esforços contra o câncer, incluindo a prevenção, a detecção adiantada e os melhores tratamentos foram um profundo avanço, mas o público não apreciou esse progresso devido à forma como os dados são divulgados", disse Eric Kort, do Instituto Van Andel de Pesquisas, em Grand Rapids, Michigan.
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http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1267971-5602,00-ESTUDO+REVELA+QUE+MORTALIDADE+POR+CANCER+CONTINUA+DIMINUINDO+NOS+EUA.html 
 
Antibiótico veterinário mata células-tronco cancerosas em ratos, segundo estudo
BBC Brasil – 14/08/2009
Pesquisadores americanos da Instituto Broad, de Boston, ligado ao MIT e à Universidade Harvard, afirmam que encontraram um composto químico, que era usado para tratamento de gado e aves, que mata as raras e agressivas células cancerosas que têm a habilidade de formar novos tumores.
Estas células, chamadas de células-tronco cancerosas, permitem que o câncer se espalhe e também reapareça depois do que parecia ser um tratamento bem sucedido, além de também poder ser a causa dos tumores secundários.
Chegar até estas células com os tratamentos disponíveis é muito difícil. As técnicas tradicionais envolvem cirurgia, cortando o máximo possível do câncer e tentando matar suas células restantes com radiação.
Estes métodos nem sempre funcionam, pois as células-tronco cancerosas, raiz do câncer, geralmente sobrevivem.
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http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/08/14/antibiotico-veterinario-mata-celulas-tronco-cancerosas-em-ratos-segundo-estudo-757404080.asp
 
Butantã usa molécula de carrapatos em pesquisa contra o câncer
Agência Estado – 17/08/2009
Uma pesquisa do Instituto Butantã com molécula isolada da saliva do carrapato conseguiu provocar a regressão de tumor cancerígeno em camundongos. O estudo, premiado em conferência internacional na cidade de Boston, EUA, foi conduzido pela pesquisadora Ana Marisa Chudzinski-Tavassi.
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http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/08/17/butanta+usa+molecula+de+carrapatos+em+pesquisa+contra+o+cancer+7934941.html
 
Estudo recomenda musculação para mulheres com linfedema. Inchaço é efeito colateral de retirada de tumor na mama. Atividade física também traz benefícios psíquicos.
G1, por Luis Fernando Correia – 17/08/2009
Estudo publicado na revista “The New England Journal of Medicine” mostra que musculação não é mais tabu para quem ficou com linfedema após tratar um câncer de mama. O linfedema é um inchaço do membro superior no lado que foi operado. Trata-se de um efeito colateral bastante comum desse tipo de tratamento.
A causa é a dificuldade de circulação da linfa, líquido que circula entre os linfonodos. A cirurgia de remoção do tumor de mama algumas vezes envolve a retirada desses linfonodos para detecção e prevenção de metástases.
O inchaço piora se a mulher carrega peso ou faz algum esforço maior com aquele braço. O linfedema traz desconforto e dor, daí as mulheres que passaram pelo tratamento evitarem utilizar o braço nas atividades do dia a dia.
Por tudo isso, a musculação sempre foi evitada pelas pacientes no pós-tratamento. Mas a atividade física traz benefícios físicos e psíquicos comprovados na recuperação dessas mulheres. A boa notícia é que a pesquisa mostra que a musculação também pode fazer parte da rotina dessas mulheres.
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http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1269561-5603,00-ESTUDO+RECOMENDA+MUSCULACAO+PARA+MULHERES+COM+LINFEDEMA.html
 
Descoberta nova forma de defesa natural contra o câncer
Agência Fapesp – 20/08/2009
Pesquisadores norte-americanos descobriram um novo mecanismo utilizado pelo organismo para matar potenciais células tumorais: quando as células se separam de seu ambiente normal - algo recorrente durante a formação de um tumor - elas desenvolvem certas disfunções metabólicas que as impedem de tornar-se cancerosas.
O estudo, publicado na edição desta quinta-feira (20/8) da revista Nature, também concluiu que a presença de antioxidantes pode restaurar a atividade metabólica normal nas células "rejeitadas", dando a elas uma segunda chance de sobreviver e se tornar potencialmente cancerosas.
Leia mais em: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=descoberta-nova-forma-defesa-natural-contra-cancer&id=4460

Uma esperança contra o câncer hereditário
Época, por Cristiane Segatto – 22/08/2009 
Certos tumores, como os de mama, se repetem em várias gerações da mesma família. Uma nova classe de drogas está mostrando resultados promissores
Um dos maiores desafios da pesquisa de drogas contra o câncer é tornar mais precisa a artilharia usada contra os tumores. Em grande parte dos casos, a quimioterapia disponível hoje equivale a disparar uma bala de canhão para matar uma formiga. O tratamento ataca minúsculos tumores, mas deixa devastada uma grande quantidade de células saudáveis. Por isso o paciente sente tantos efeitos colaterais. Está em curso, porém, uma mudança de rota que pode levar ao surgimento de remédios bem mais inteligentes. Uma nova classe de drogas em desenvolvimento demonstra resultados promissores no combate de alguns tumores – especificamente naqueles casos de câncer hereditário causado por mutações nos genes BRCA1 e BRCA2. Cerca de 10% das pacientes que têm câncer de mama apresentam mutações nesses dois genes.
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http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI89088-15257,00-UMA+ESPERANCA+CONTRA+O+CANCER+HEREDITARIO.html
 
Descobertas nanopartículas capazes de frear avanço do câncer
Efe – 23/08/2009
Uma equipe de pesquisadores japoneses descobriu um novo tipo de nanopartículas magnéticas capazes de inserir ácido nucleico no organismo e frear a progressão do câncer nos ratos.
Como publicou hoje a revista britânica The Lancet esta nova formulação de nanopartículas magnéticas oferece melhores resultados que a usada até agora no tratamento genético contra o câncer.
Se os resultados forem confirmados em humanos, se trataria de um grande passo para o tratamento não invasivo de diferentes tipos de tumores.
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http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI3936835-EI188,00-Descobrem+nanoparticulas+magneticas+capazes+de+frear+o+avanco+do+cancer.html
 
Matar célula tumoral pode ajudar na propagação do câncer
Folha Online, por Reinaldo José Lopes – 25/08/2009
Não adianta só matar o câncer: é preciso fazer isso do jeito certo, ou a morte das células tumorais só serve para que a doença continue firme. A mensagem não muito animadora é o principal resultado do trabalho de um pesquisador da USP, que mostra a importância de atacar não apenas o tumor, mas também a área aparentemente saudável que o circunda.
O paradoxo está sendo estudado por Roger Chammas, que detectou o fenômeno em versões experimentais (em roedores) de melanoma, um dos tipos mais estudados --e o mais letal-- de câncer de pele.
"Mas há razões para acreditar que ele aconteça em outros tipos de tumor também, porque os mecanismos básicos são os mesmos", disse Chammas à Folha durante a reunião anual da Fesbe (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), que terminou no último fim de semana em Águas de Lindoia, no interior paulista.
Faz relativamente pouco tempo que os biólogos e médicos estão levando em conta a importância do entorno do tumor para a permanência da doença. O raciocínio é que, como qualquer parasita (embora tenha sua origem no próprio organismo), o câncer depende dos recursos oriundos de regiões vizinhas do corpo para prosperar. Os tumores "recrutam", por exemplo, vasos sanguíneos para garantir seu suprimento de nutrientes, o que levou à ideia de cortar as fontes de sangue para atacar o câncer.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u614478.shtml
 
Molécula do mal da vaca louca é alvo contra câncer cerebral
Folha Online, por Reinaldo José Lopes – 25/08/2009
A proteína conhecida como príon, com péssima reputação por ser a causadora do mal da vaca louca, também parece estar ligada à forma mais comum e devastadora de câncer cerebral, o glioblastoma.
A boa notícia, diz Vilma Martins, do Instituto Ludwig de Pesquisa Sobre o Câncer, é que bloquear a ação da molécula no cérebro ajudou a retardar o avanço da doença em animais de laboratório.
Leia mais em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u614479.shtml
 

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